3 em cada 100 crianças internadas têm feridas crónicas

Estima-se que 3 em cada 100 crianças internadas nos Hospitais Portugueses sofrem de feridas crónicas.

As feridas crónicas mais comuns nas crianças são as úlceras por pressão, associadas a dispositivos médicos. Estudos indicam que em média uma criança pode ser portadora de uma ferida crónica durante 1 ano a 1 mês.

“As úlceras de pressão são um indicador da qualidade dos cuidados prestados nos hospitais, mas também representam um problema de saúde pública e provocam sofrimento e diminuição da qualidade de vida das crianças e dos cuidadores. Dados recentes indicam que cerca de 95 por cento das úlceras de pressão são evitáveis.” alerta Paulo Alves, presidente da APTFeridas.

As feridas pediátricas serão uma das principais temáticas debatidas no Congresso APTFeridas 2018, organizado pela Associação Portuguesa de Tratamento de Feridas (APTFeridas). Esta iniciativa irá decorrer nos dias 15 e 16 de novembro, no Pavilhão Multiusos de Gondomar e contará com o alto do patrocínio da Presidência República.

O Congresso conta com a presença e intervenção de peritos e investigadores, nacionais e internacionais, de reconhecida competência na área da investigação, prevenção e tratamento do doente com ferida.