As (des)vantagens do café

O consumo de café diminui o risco de doenças hepáticas, cancerígenas e de acidentes vasculares cerebrais, segundo um estudo publicado na revista BMJ.

400mg de cafeína por dia, o equivalente a três ou quatro chávenas de café, diminui o risco de doenças hepáticas e cancerígenas, bem como de acidentes vasculares cerebrais, se aliados a outros fatores como ” a idade, o tabagismo, e a prática de exercício físico “. Ou seja, não é garantido que o consumo de café, por si só, previna essas doenças, pelo que, quem não bebe café, não deve começar a fazê-lo, apenas por razões de saúde.

Investigadores da Universidade de Southampton, nos EUA, reuniram os dados de mais de 200 estudos sobre o impacto do café na saúde e concluíram que este, contribuindo para a diminuição do risco de cancro, de doenças hepáticas e vasculares, não é o único fator que contribui para esse facto. Aliás, estudos recentes indicam que o café pode ter alguns riscos se consumido de forma exagerada, mas que os benefícios do consumo moderado são manifestamente superiores.

Algumas recomendações resultam ainda dos estudos sobre o consumo de café. Primeiro, as mulheres grávidas não devem consumir mais de 200mg de cafeína por dia, o equivalente a duas chávenas de café. Segundo, o café deve ser consumido apenas por pessoas saudáveis, sendo contraproducente o seu consumo a pessoas com algum tipo de enfermidade. Terceiro, ao beber café deve, se possível, deixar de consumir açúcar, natas, etc. Quarto, a cafeína não está presente apenas no café, mas também no chá, na Coca-Cola, nas bebidas energética, entre outras.

Beba café (mas com juízo)!