Coca-cola: o mesmo sabor mas com menos açúcar

A companhia reforça a sua aposta na redução do conteúdo de açúcar nas suas bebidas. Na prática, a Coca-Cola em Portugal reduziu cerca de 33% o conteúdo de açúcar por litro no total de vendas das suas bebidas desde o ano 2000.

Nos últimos 18 anos, a Coca-Cola em Portugal conseguiu reduzir 33% o conteúdo de açúcares por litro do total de vendas de bebidas da companhia. Esta redução inscreve-se no compromisso da companhia em ajudar o consumidor a reduzir o consumo de açúcar, apostando na inovação através da reformulação de produtos para reduzir ou eliminar o conteúdo de açúcar das suas bebidas, assim como em novas opções de bebidas com menor teor de açúcar adicionado.

Assim, desde 2014, a Coca-Cola reduziu o açúcar na maioria das suas marcas no nosso país e continua a reformular. Um exemplo disto é Fanta Laranja, no qual se reduziu em 40% o açúcar adicionado em relação à sua composição original, permanecendo em 7,8 gramas por 100 ml, embora a partir de abril será inferior a 5 gramas por 100 ml.

Assim, desde 2014, a Coca-Cola reduziu no nosso país a percentagem de açúcares adicionados nas bebidas: 86,5% em Fanta Uva, 81,8% em Sprite, 43% em Aquarius Laranja, 42,9% em Nestea Limão, 40% em Fanta Laranja, 34,6% em Powerade, 30,2% em Aquarius, 17,0% em Nordic Mist Mixer Tónica Original e 6,1% em Nestea Manga e Ananás.

Além disso, as bebidas sem ou com baixas calorias já representam 34% do total de vendas da Coca-Cola em Portugal.

Desde 2010, a Coca-Cola em Portugal começou a oferecer uma alternativa sem adição de açúcar na maioria das marcas e já tem uma opção sem adição de açúcar na maioria das categorias de bebidas. No caso de bebidas biológicas, todas apresentam certificação biológica, são 100% elaboradoras a partir de ingredientes biológicos, não levam corantes nem conservantes e contêm um reduzido teor de adoçantes biológicos. Desta forma, a companhia conta atualmente com 105 referências de bebidas, das quais 27 correspondem a produtos sem açúcar adicionado, light ou zero, o que representa mais de 25% do portefólio total.