Dormir pouco afeta a saúde mental

Dois em cada três portugueses não descansam o suficiente, resultado de poucas horas de sono e/ou num sono pouco reparador. Dificuldade em adormecer, acordar a meio da noite ou antes da hora necessária, ter um sono agitado são os problemas mais comuns.

Sono agitado? Noites mal dormidas? Nunca é demais lembrar o impacto negativo da insónia no funcionamento cerebral, interferindo com a atenção, a concentração, a memória, o raciocínio, o estado de ânimo ou de humor, a articulação das palavras, a resistência física e o cansaço.

“Se por um lado, a insónia pode interferir negativamente na saúde mental, por outro, a insónia pode ser um sintoma de uma perturbação mental, como a ansiedade e a depressão, ou um problema de saúde pública pelas complicações médicas, havendo estimativas que indicam que a insónia crónica afeta 10% da população”, refere o médico psiquiatra Dr. Marco Gonçalves.

Ciente também dos reflexos na performance laboral e, consequentemente, na produtividade das empresas, a Associação Nuvem Vitória desenvolveu um Programa Corporativo de Sono.

“Nestas formações, onde contamos com os melhores especialistas da matéria em Portugal, os colaboradores das empresas aprendem dicas e estratégias práticas para melhorar a higiene do sono. É essencial que as equipas aprendam a prioritizar as horas de sono, que não se reflete apenas na produtividade, mas também em menos ausências laborais por motivos de doença. O sono é essencial para o bem-estar físico, mental e emocional”, afirma Fernanda Freitas, Presidente da Associação Nuvem Vitória. “A importância do sono, e o reflexo que tem na saúde de cada um, é o core da nossa missão. Foi também por isso que criámos a plataforma QueroDormir.pt, com um conteúdo abrangente, escrito de uma forma clara, cujo rigor é garantido por um conselho consultivo”, acrescenta.