Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous’18

Ao longo de quatro dias – 25 a 28 de julho - de uma intensa programação, o festival fará 21 apresentações dos 10 espetáculos programados, entre os quais, 3 coproduções em estreia absoluta e 4 estreias nacionais.

Sendo o Festival uma coprodução dos Municípios de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e tendo como palcos a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o Centro Cultural Vila Flor e o Theatro Circo, a 5.ª edição do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous é dedicada ao circo contemporâneo, agregando um pensamento sistemático sobre esta linguagem.

Nesta edição, Famalicão recebe o primeiro curso profissional de circo da região Norte do país, e o segundo do género a nível nacional.

Além dos 10 espetáculos programados, merece especial destaque a apresentação do projeto final dos alunos do 1º ano do INAC, com o espetáculo “Esboço para Paraísos” e as coproduções com a companhia Oliveira & Bachtler com o seu espetáculo “Kadok”, e a coprodução com a companhia Radar 360º, que estreia no festival o terceiro ato do espetáculo “Arquétipo – Acto III”.

O objetivo do festival é o de colocar as cidades de pernas para o ar, possibilitando uma viagem iniciática pelos três pilares essenciais do circo – malabarismo, equilíbrio e acrobacia aérea –, através das várias oficinas que se realizarão nas três cidades, abrindo estas linguagens para curiosos de todas as idades, bem como um debate sobre o tema – “O que fazer com esta nova vaga?” – como ponto de partida para uma reflexão que urge entre os criadores emergentes e o mercado de trabalho.

A internacionalização do festival (outro dos objetivos) faz-se pela presença de quatro instituições de programação internacionais ligadas ao circo contemporâneo e seus agentes, nomeadamente Thomas Renaud, da Maison des Jonglages (França), Steven De Jonge, do Festival Miramiro (Bélgica), Alfred Konijnenbelt, do Festival Spoffin (Holanda) e Isabel Joly, da FEDEC – Federação Europeia de Escolas Profissionais de Circo (França).

Há tanto para ver, discutir, experimentar. Espetáculos que saem à rua e que se confrontam com o património das cidades: museus, galerias e monumentos que, através do programa paralelo “Visite Também”, abrem portas ao público do festival.

Em julho, dizem os promotores, há um festival que revoluciona o quotidiano das cidades.