Animais: Negócios da cremação e funerais disparam

O ritual de enterrar o cadáver no quintal de casa está a cair em desuso, enquanto a cremação dispara.

Quando morrem os animais, o ritual de enterrar o cadáver no quintal de casa tem vindo a cair em desuso.

Além de se tratar de uma prática que representa um risco para a saúde pública e que dá multa, quando morre o animal de estimação, são cada vez mais os donos que procuram os crematórios.

Uma tendência que, além de ser mais amiga do ambiente – já que o velho hábito de enterrar o fiel amigo favorecia a contaminação dos lençóis freáticos ou a propagação de doenças para outros animais que desenterrassem o cadáver – está a virar “moda”.

DE AMOR E RAIVAO meu cão morreu. Não venho com poesias, não se preocupem. Mas os mais apressados podem seguir, ir ver…

Publicado por Rodrigo Guedes de Carvalho em Quinta-feira, 26 de Abril de 2018

 

Várias são as figuras públicas que têm vindo a público revelar a preferência por este tipo de prática. Ainda recentemente o pivot da SIC, Rodrigo Guedes de Carvalho, escrevia nas redes sociais: “O meu cão morreu…Fui sozinho à cremação. Uma coisa no peito, a esperar que ninguém olhasse para mim. Disse-lhe coisas ao ouvido. Depois o meu cão regressou a casa, vem numa embalagem bonita e será misturado com sementes de árvore. Vai ficar em casa”.

Fonte Facebook Rodrigo Guedes de Carvalho