Novidades da Leya

O primeiro volume do novo romance de Haruki Murakami, “A morte do comendador” é um dos grandes destaques editoriais do grupo Leya até ao final do ano.

A chancela Casa das Letras vai editar “A morte do comendador”, em dois volumes, o primeiro romance longo que o autor publica, depois de “A peregrinação do rapaz sem cor”, que chegou às livrarias japonesas em abril de 2013 e foi lançado em Portugal no ano seguinte pela Casa das Letras.

Outra novidade do grupo é o primeiro policial de Francisco Moita Flores, que até ao momento só tem escrito romances históricos, com o título “O mistério do caso de Campolide”, e a estreia na ficção do ex-presidente do governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, com um romance intitulado “Diz não!”, ambos em outubro.

Na não-ficção, e ainda em outubro, o destaque da Leya vai para o ensaio “Continente Dividido”, editado pela chancela D. Quixote, segunda parte da enciclopédia do século XX, escrita pelo historiador britânico, Ian Kershaw, que anteriormente lançou “À Beira do Abismo”.

Um livro sobre a história da espionagem – “O mundo secreto” -, escrito pelo autor de “O arquivo Mitrokhin”, Christopher Andrew (D. Quixote Ensaio), e um outro sobre “O Terceiro Reich em 100 Objetos” (Casa das Letras), da autoria de Roger Moorhouse, são outras das novidades na não-ficção, que contará também com o lançamento em simultâneo em Portugal e nos Estados Unidos do mais recente livro do filósofo e economista político Francis Fukuyama, “Identidade”.

Já em setembro, a área da não-ficção fica marcada pela publicação, na D. Quixote, do ensaio “Grande Estratégia”, de John Lewis Gaddis, “A Monarquia Constitucional dos Braganças em Portugal e no Brasil (1822-1910)”, coordenado por Rui Ramos, José Murillo de Carvalho e Isabel Corrêa da Silva (Dom Quixote ensaio) e “Donald Trump: o Método no Caos”, de Tiago Moreira de Sá e Diana Soller, todos na chancela D. Quixote ensaio.