O casamento real ainda dá que falar!

Independentemente do que possa vir a acontecer, 19 de maio de 2018, já ficou para a história. Muito se comentou e muito se escreveu sobre o casamento real!

E até parece que já tudo foi dito, mas a verdade, é que há sempre pormenores que merecem ser revelados. Desde o surpreendente vestido de Meghan, passando pelos sapatos com cunho português; até ao ramo de flores, sem esquecer o coro Gospel.

A avaliação é sempre muito rigorosa e criteriosa, mas é caso para dizer que Meghan passou com distinção esta primeira prova de fogo. Parece ser unânime que a noiva cumpriu e até superou as expectativas.

De inspiração medieval e com um decote à barco, Meghan surgiu muito elegante, na capela de St. George, em Windsor, onde desfilou e encantou os convidados. O véu eleito para o dia de dizer o “sim”, apontado como delicado e distinto, era feito de tule de seda, com flores bordadas à mão. Uma flor por cada um dos 53 países que integram a Commonweath, ao longo de 5 metros de tecido.

Clara Waight Keller, diretora criativa da casa francesa Givenchy, assinou o vestido que, apesar de simples, cativou e deixou os fãs da família real rendidos. Os sapatos também são da Givenchy, em cetim. E os sapatos escolhidos pela duquesa de Sussex para a noite são de uma marca com sede em Itália, cofundada por um português.

A peça usada pela duquesa de Sussex na cerimónia parece ser uma escolha frequente na realeza europeia.

São vários os exemplos, basta uma pequena incursão na história dos casamentos reais. A saber: Charlene do Mónaco, escolheu, em 2011, Armani como designer da peça com que casou com Alberto; em 2010, Victoria da Suécia optou por um vestido simples, um pouco mais cintado do que o de Markle, mas que também mostrava os ombros. E Alexia da Grécia, em 1999, elegeu um modelo muito semelhante ao de Meghan. De corte igualmente simples e decote à barco, apesar de menos pronunciado, a princesa mostrou, tal como a ex-atriz, que, para estar elegante, não são necessários grandes detalhes ou floreados. Fazendo lembrar a máxima de que “less is more”. Por fim pode-se ainda apontar o exemplo de Máxima da Holanda, que casou, em 2002, num vestido Valentino que, além das mangas três-quartos, partilhava a simplicidade com o da autoria de Givenchy.

Um outro dado de que muito se tem falado é sobre o coro de Gospel, ao que parece, uma música muito apreciada pelo príncipe Carlos. A eleição terá, na verdade, sido feita por ele. E , confessem lá, quem não ficou rendido ao “Stand by me”?!

Terminado o primeiro capítulo deste conto de fadas, é tempo agora, de seguir várias regras de protocolo, mostrando que, agora que integrou oficialmente a família real inglesa, é capaz de seguir o protocolo.

Devido às celebrações dos 70 anos do príncipe Carlos, a 22 de maio nos jardins do Palácio de Buckingham, em Londres, o casal não foi imediatamente de lua-de-mel. Tratou-se do primeiro evento em que Meghan surgiu como duquesa de Sussex.

14 de junho será o dia em que a família real inglesa viverá um momento inédito: Meghan Markle e a rainha Isabel II vão passar o dia juntas em Cheshire. Será o primeiro ato oficial em que a duquesa de Sussex participa sem a presença do príncipe Harry. Meghan e a monarca deverão almoçar no Chester Town Hall.