Paixão: é tudo o que precisa!

Apaixonar-se ajuda (e muito) a manter um corpo são numa mente sã! Descubra por que motivo a paixão lhe faz tão bem!

Conhece a expressão “borboletas” no estômago? Então descubra as vantagens da paixão: o ingrediente certo para o ajudar a manter um corpo são numa mente sã. Está preparado para aquela ótima sensação de pairar acima das nuvens? Quer aliviar o stress? Abraçar ou beijar aquele de quem gostamos pode reduzir instantaneamente os níveis de stress e aumentar a sensação de calma, de confiança e de segurança, e até o bom humor.

Mas há mais, muito mais. Apaixonar-se pode ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Uma pesquisa do Neuroendocrinology Letters, publicada em 2005, examinou a neurobiologia dos apaixonados e apurou que formar uma ligação forte com alguém pode, a longo prazo reduzir os níveis de ansiedade. Apaixonar-se pode ajudar a reduzir a pressão arterial. Um estudo realizado em 2007 e publicado pelo Departamento Nacional de Saúde norte-americano, analisou a relação entre casamento, saúde física, e longevidade, e apurou que os indivíduos casados tinham uma menor pressão arterial e um risco mais reduzido de virem a desenvolver doenças cardíacas. De acordo com um relatório científico publicado pela Harvard Medical School, a oxitocina, a hormona libertada através do contacto físico, pelo beijo, abraço ou sexo, aprofunda os sentimentos de ligação em relação ao parceiro e produz sensações de contentamento, calma e de segurança. E aquela sensação de ter o coração a sair pela boca, quem se lembra? O batimento cardíaco acelera, começa a suar das palmas das mãos ou sente o estômago a revirar quando vê ou pensa naquela pessoa…? É bom sinal! É sinal que está apaixonado e que sente as borboletas no estômago. Já para não falar na felicidade e na dor. Se estiver apaixonado, dizem os especialistas que se vai sentir mais feliz e com menos dor! O único senão da paixão é que pode viciar! O amor pode ser viciante, porque cria uma necessidade que precisa de ser temporariamente satisfeita.

Em suma, quando nos apaixonamos, a presença de neuro químicos como a dopamina ou a oxitocina propaga-se pelas áreas do cérebro associadas ao prazer e à recompensa, produzindo respostas físicas e fisiológicas tais como a sensação de menos dor, o aumento de dependência aditiva, e um forte desejo de intimidade com o parceiro.

Só resta dizer: viva a paixão!