“Rota do Dragão” a 19 de maio

O regresso da Rota do Dragão oferece mais clube e cidade para descobrir, com o historiador Joel Cleto. Assente num discurso pedagógico e extremamente rico em curiosidades, este evento distingue-se pela dimensão original como apresenta o património material e imaterial portuense e portista, atingindo agora a quinta edição sem se desviar de uma linha de qualidade reconhecida na divulgação do conhecimento.

A primeira visita da “Rota do Dragão” de 2019 faz-se num percurso pelas ruas da cidade, iniciando fora de portas a procura e a identificação dos elementos, das figuras e dos acontecimentos do passado que ajudam a conhecer e compreender as memórias da Invicta e do FC Porto. Joel Cleto regressa assim aos caminhos da história em azul e branco no dia 19 de maio.

A quinta edição dos passeiros culturais conduzidos pelo historiador Joel Cleto inicia-se nas ruas da Invicta e mantém o Museu FC Porto na linha da frente da divulgação do património portista e portuense. Calendário de 2019 prolonga-se até novembro e inclui Museu e percursos citadinos ricos em conhecimento.

O calendário da “Rota do Dragão” de 2019 prolonga-se até novembro e também compreende visitas à exposição permanente do Museu FC Porto, sempre com Joel Cleto a orientar e a revelar pormenores, muitas vezes, surpreendentes. Em circuito urbano ou dentro de portas, estas caminhadas pelo passado buscam, precisamente, a revelação de novos factos e detalhes que revelam não só a diversidade das ligações entre o FC Porto e o Porto, como mergulham na profundeza das memórias da cidade, partindo da simbologia do dragão para cruzar séculos de história, mesmo para lá dos 125 anos de existência do clube.

A presença do dragão no emblema do FC Porto, e, inicialmente, nas armas da cidade, é indissociável de um dos momentos mais marcantes da história contemporânea do nosso país, que foi o Cerco do Porto, só eliminado do brasão da cidade pela reforma heráldica de Salazar, em 1940. São estas marcas indeléveis nas fachadas, nos gradeamentos, no topo de edifícios, em estátuas, troféus, equipamentos e outros suportes que encerram património do clube e da cidade e que se mostram, desde 2014, na experiência cultural da “Rota do Dragão”.

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