Vai nascer uma ilha no D. Maria II

Crash park – A vida de uma ilha, do criador francês Philippe Quesne, sobe ao palco na Sala Garrett de 7 a 9 de novembro.

Philippe Quesne regressa a Portugal, com o espetáculo Crash park – A vida de uma ilha, que estará em cena na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II de 7 a 9 de novembro.

Ao longo de 3 dias, a Sala Garrett é transformada numa ilha deserta, que será palco de um acidente de avião. Em Crash park – A vida de uma ilha, um avião despenha-se numa ilha deserta, depois de ser apanhado numa tempestade, e um grupo de sobreviventes tenta inventar uma vida possível em quaisquer circunstâncias.

Num cruzamento entre as artes performativas e as artes visuais, o espetáculo do criador francês parte do conceito de ilha. Nas palavras do criador Philippe Quesne: “Enquanto espaço isolado no meio dos mares, que conduz às visões mais diversas, a ilha sustenta muitos mitos (…) é o local de inspiração de várias histórias e narrativas de exílio, o cenário de certas fantasias ou a moldura de utopias”.

Numa estreia em Portugal, Crash park – A vida de uma ilha estará em cena na Sala Garrett do D. Maria II de 7 a 9 de novembro. No dia 9 de novembro, às 15h, Philippe Quesne dará ainda uma Masterclass, onde irá partilhar com os participantes alguns dos seus métodos de trabalho.